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Spam
A melhor definição para SPAM seria um "envio de newsletter" não solicitado.
Simples assim...
Tudo se explica quando o grupo de comediantes Monty Python, num sketch de televisão “Monty Python´s Flying Circus”, na década de 70 (http://www.youtube.com/watch?v=78JTAYHOR4k ), encena uma cena surreal num restaurante em que todos os pratos do menu incluíam SPAM. A empregada de mesa descreve aos clientes os pratos, repetindo a palavra “spam” para sinalizar a quantidade de presunto que é servida em cada prato. Enquanto ela repete “spam” várias vezes, ouve-se um coro de Vikings cantar uma canção, cuja letra se reduzia praticamente à palavra “spam”. Naquela cena, “spam”, era algo não desejado, que estava em todo o lado e dificultava a comunicação.
Assim, alguns utilizadores começaram a relacionar a irritante e repetitiva música “spam”, com as mensagens também irritantes e repetitivas que bombardeiam as nossas caixas de correio eletrônico mandadas por alguns utilizadores que anunciam produtos ou ideias. Assim, entre o SPAM dos Monty Python e o SPAM que diariamente invade as nossas caixas do correio, só existe em comum o exagero e a insistência.
Geralmente os spams, têm um carácter apelativo e na grande maioria das vezes são incômodos e inconvenientes, tornando-se assim em um problema grave, pois as mensagens são mandadas continuamente, e é possível que a nossa conta de correio eletrônico ultrapasse a respectiva quota e comecemos a perder mensagens realmente importantes. É difícil avaliar a quantidade de SPAM em circulação, mas sabe-se que tem vindo a aumentar continuamente.
A liberdade de expressão dá às pessoas o direito de se expressarem livremente, mas não lhes dá o direito de obrigar os outros a ouvi-lo, que é o que os Spammers fazem. Assim, quem quiser publicitar alguma coisa, deverá suportar por si os custos e não deixar as despesas e o incômodo para os destinatários.

