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vendasSe não é encontrado, não é clicado e não vende

Melhore os títulos e descrições de seu site para que fiquem adequados à exibição dos resultados do buscador. Esta pode ser a diferença entre vender pouco e vender muito mais.
Você investiria grande parte do seu orçamento em um outdoor maravilhoso, quem sabe até em plasma ou LCD, cheio de inovações, ao menor preço, mas colocado no meio do deserto? A resposta certamente será não. Mas por que estou falando isso agora? Porque não adianta você ter o site mais bonito do mundo, com a melhor usabilidade e navegação, os melhores produtos e o menor preço se você não é encontrado.

Para vender alguma coisa, ou ao menos conquistar a atenção de alguém, é preciso que o usuário chegue até você.

Sim, não é tão fácil assim. Nem poderia. Não basta apenas ser encontrado. O fato de você ser encontrado é um diferencial e tanto, mas não significa necessariamente que você vai atingir o máximo em conversão ou bater a sua meta automaticamente.

Considere que se você figurar na primeira página de um buscador qualquer com configurações padrão, seja em que posição for, o usuário terá pelo menos a concorrência de mais nove opções. Ser o primeiro a ser mostrado não é tudo. Você precisa ser o primeiro a ser clicado também.

O que motiva o clique pode ser o título e descrição que aparentemente supram a necessidade, satisfaçam a expectativa, dêem a sensação de credibilidade ou meramente gerem interesse.

Isto posto, você deve fazer com que os títulos e descrições das páginas sejam pertinentes à ela.

Se você vende doces, deve prever que a pessoa pode procurar no Google: ? Mousse de Morango?. Se ao digitar ? Mousse de Morango? no buscador, o título que aparecer em destaque for: MARIA BRIGADEIRO LTDA? talvez não seja tão atraente quanto: MOUSSE DE MORANGO. Entrega a domicílio em São Paulo, por exemplo.

Neste caso você certamente aumentaria a probabilidade de clique na sua página em relação aos outros nove concorrentes. Esta prática também fará com que o Google pontue melhor seu website.

Importante: o título deve ter menos de 65 caracteres. Desta forma, o Google mostrará o título completo no resultado da busca.

Se o site do concorrente é encontrado mais facilmente na internet (mesmo que o seu seja melhor nos mais diversos aspectos), o concorrente está na frente. E o que você vai fazer com essa informação?

Por Luiz Dias


Como o e-Commerce pode aumentar suas vendas

Por: Olimpio Araújo Júniorcrescimento_3

As empresas que já estão presentes na internet representadas por seus sites de E-commerce tem grandes motivos para comemorar. Segundo pesquisa desenvolvida pela Fundação Getúlio Vargas, o comércio virtual registrou crescimento de 13% em 2008.

Outros dados importantes para o setor estão na pesquisa divulgada em Março de 2009 realizada em parceria entre Ibope e Nielsen demonstrou que o Brasil fechou 2008 com 24,5 milhões de usuários residenciais de internet e 62,3 milhões de pessoas, no total, que acessam à rede, seja em lan houses, no trabalho ou em suas próprias casas.

Em 2009, a IAB Brasil estima que ocorra um crescimento de 20% em relação ao ano passado no total de internautas residenciais no país. Deve-se atingir cerca de 28 milhões de usuários, dos quais 87% estarão conectados à banda larga, contra índice de 83% no fim do ano passado.

Entre as classes sociais, o IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau Brasil, entidade presidida por Guilherme Ribenboim, diretor geral do Yahoo! para a América Latina), aponta uma expansão da internet dentre a população de baixa renda, com a participação da classe C no total de acessos à internet crescendo de 39%, em 2008, para 45% neste ano e as das classes D e E, atingindo 25% neste ano, contra 21% em 2008. Já a penetração da classe AB no número de acessos deverá subir de 76%, em 2008, para 80% neste ano. Ainda segundo a pesquisa da FGV, as transações realizadas por lojas B2C (vendas para o consumidor) tiveram crescimento de 31% totalizando U$53 bilhões, enquanto o B2B (vendas por atacado entre empresas) totalizou U$140 bilhões. As vendas online já ultrapassaram as vendas físicas em números e movimentações financeiras, e já é possível vender desde livros até apartamentos de luxo. A construtora Tecnisa, por exemplo, comemora a primeira venda de um apartamento a partir do Twitter, no valor de 500 mil reais. O novo proprietário adiquiriu o imóvel seguindo uma promoção que lhe deu direito a um vale compras de Dois mil reais além de ganhar os armários da cozinha e dos quartos.

Ao contrário do que se pensava há alguns anos, a Internet não é um veículo exclusivo paras as classes A e B, nem é uma ferramenta com único intuito de democratizar o acesso a informação. Através da Internet já é possível realizar grandes negócios e alcançar todas as faixas de renda e representações da sociedade.

Entre as ferramentas encontradas pelas empresas para manter um bom relacionamento com seus clientes, tem aumentado de forma significativa a relação com as redes sociais, em destaque o orkut e o twitter, que também são muito importantes para realizar pesquisa de mercado e até mesmo monitoramento da marca, ou seja, saber o que seus consumidores pensam de sua empresa e de seus produtos.


O E-commerce não é opção. É imposição do mercado!
Por: Sandra Turchi
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Apontado como uma das seis grandes tendências para o varejo no Brasil o e-commerce cresce consistentemente, apresentando índices superiores a 20% ao ano n os últimos e se manteve inclusive em 2009, considerando-se a crise econômica mundial.

O Brasil possui mais de setenta milhões de usuários de internet, aproximadamente 40% da população, número esse superior à população total de muitos países como França, Itália e Espanha. O Brasil é o país onde as pessoas passam mais tempo na internet, mais de 26 horas por mês em média. Hoje são mais de treze milhões de e-consumidores brasileiros e as perspectivas apontam que esse número avançará rapidamente para vinte milhões. Esse é aproximadamente o número de pessoas que utilizam serviços financeiros via web. Essa análise leva em conta que o fato de as pessoas terem perdido o receio de fazer transações financeiras on-line representa que o próximo passo, naturalmente, será a aquisição de produtos e serviços na internet.

Tendo em vista que os números apresentados pela evolução da internet, pois nos últimos sete anos o número de internautas quadruplicou e que sete em cada dez internautas visitam sites de compra, fica clara a necessidade de estar presente nesse universo.
A previsão de faturamento em 2009 é de R$ 10 bilhões, porém com alguns fatos recentes ocorridos no mercado brasileiro, como a entrada de grandes players como Casas Bahia, que nesse ano injetou R$ 3,7 milhões na sua loja virtual, Ponto Frio lançou sua loja, o WalMart que investiu R$ 25 milhões no seu portal de comércio eletrônico e o grupo Pão de Açúcar, que aperfeiçoou serviços do Extra.com, além da redução de impostos sobre produtos de linha branca e a retomada do crédito, acredita-se que esse número poderá ser até superado apesar do cenário adverso.

Outro movimento muito interessante que vem ocorrendo é a perda de espaço dos grandes varejistas devido à entrada de pequenas e médias empresas, que vem constantemente buscando mais informações e fechando parcerias para não ficarem de fora desse canal, uma demonstração desse fato é que somente no primeiro trimestre de 2009 a redução dessa participação das grandes foi de 6,45%. Recentemente tem sido observado um grande interesse por parte das pequenas e médias empresas (PME's) para entrarem nesse universo promissor, pois elas estão compreendendo que é possível. Com isso, os microempresários têm buscado ampliar seus conhecimentos sobre o tema por meio da participação em cursos e seminários, para entender quais os passos necessários, quais as parcerias que precisam ser formadas, os investimentos, enfim, todo o caminho a ser percorrido.

Outro fator fundamental é compreender o comportamento do e-consumidor, como tem evoluído e contribuído para esse crescimento do varejo eletrônico. O receio de executar operações financeiras é um dos entraves para um crescimento ainda mais acelerado do e-commerce, porém, como dito acima, isso vem mudando recentemente e fazendo com que mais e mais internautas passem a utilizar as facilidades e conveniências da internet para realizar compras.

A entrada das classes de baixa renda na internet é hoje um dos fatores que mais movimenta os números da vida online. Essas classes, motivadas pelo interesse na educação dos filhos se sente obrigada a proporcionar-lhes acesso à web. Com as facilidades geradas pelos financiamentos para a compra de computadores essas classes foram responsáveis pelo ótimo desempenho de vendas que esse produto obteve nos últimos anos, pois em 2007 foi a primeira vez que esse item superou a venda de televisores, o que se repetiu em 2008, quando foram vendidos 12 milhões de equipamentos.Ainda sobre o comportamento do consumidor online no Brasil, 86% deles se declararam satisfeitos com o processo de compra realizado, segundo pesquisa do e-bit, onde são apontados que os itens mais relevantes para esse índice de satisfação do consumidor são entrega no prazo, qualidade no atendimento e navegação.

Outro fator que tem influenciado as compras online e a satisfação do e-consumidor tem sido o crescimento das redes sociais colaborativas, que são muito eficazes no momento da decisão de compra, pois o internauta pode obter informações complementares sobre produtos e serviços com indicação de outros consumidores. Por outro lado, as redes servem também como um sinal de alerta para as lojas, que, ao terem acesso às reclamações e sugestões dos consumidores, podem aprimorar seus serviços.  Uma boa parte dos internautas, 46%, costuma pesquisar os comentários de outros antes de realizar suas compras, conforme um levantamento realizado junto aos participantes do último ‘Campus Party', evento realizado em São Paulo em janeiro deste ano, e também 20% deles cita que costuma postar informações sobre produtos e serviços. Esse é o famoso marketing boca a boca, porém potencializado pela agilidade da rede. Basta lembrar que o brasileiro é um dos povos que mais adere a comunidades online e participa de redes como Orkut e Facebook, entre muitas outras.

Basta verificar um estudo feito com consumidores norte-americanos pela ForeSee Results, o qual demonstra que pessoas com hábito de comprar pela internet estão mais satisfeitas com as lojas virtuais do que com as físicas. Variando numa escala de zero a 100, as lojas virtuais atingiram 90 pontos em satisfação, sendo que o comércio tradicional chegou a 72 pontos apenas. Outro fator, apontado pela pesquisa, é que as chances de o consumidor virtual voltar comprar na mesma loja na web e recomendá-la para outros consumidores são de 65% e 75%, respectivamente.

Outro fator determinante no mundo das compras online é a facilidade gerada pelos sites de busca, principalmente aqueles que proporcionam as buscas por preço, pois praticamente todo mundo os consulta antes de realizar qualquer compra. Esses pontos tornam o comércio eletrônico bastante peculiar, pois obriga os varejistas a se adequarem a um "padrão web", tendo em vista que não é muito viável operar de forma muito diferente dos concorrentes, principalmente com relação a processo e forma de pagamento.

Como tendência apontada aos varejistas que ainda relutam em adentrar o mundo online, é que o ideal será criar diversos canais de acesso para os consumidores, integrando os novos meios digitais com os tradicionais, como tem sido feito pelas montadoras de automóveis, que disponibilizam todas as informações possíveis online para que o cliente chegue à concessionária praticamente só para fechar o pedido. Isso é comprovado pois de 70 a 80% deles visitam os sites dos fabricantes durante o processo de tomada de decisão.
Para atrair a atenção dos consumidores, os principais players do setor têm investido algo em torno de 10% da sua verba publicitária em estratégias de Marketing Digital.

Há outros exemplos de lojas que possibilitam que a compra seja feita online, porém a retirada dos produtos seja feita diretamente pelo cliente na loja física. Isso se aplica muito bem para aqueles que têm certa urgência ou mesmo são mais céticos e não se sentem muito confortáveis em realizar todo processo online. Outras lojas procuram facilitar a troca de produtos, gerando assim maior confiança no momento da compra.
O crescimento do e-commerce está totalmente associado a uma abordagem de nichos específicos, muito mais do que a mercados de massa, principalmente quando falamos da entrada das PME's.



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